"Quem fechou esse negócio?" É uma pergunta simples, e por muito tempo não teve resposta boa no funil. O cartão guardava a etapa e a hora, mas não quem o levou até o Ganho. Quando isso vira base de comissão, o "não sei ao certo" custa caro — e injustiça de comissão é das coisas que mais azedam uma equipe de vendas.

A gíria pra contornar isso era conhecida: criar etiquetas como AGENDADORAPHAELLA, AGENDADOJULIA, AGENDADOEDSON e torcer para cada um marcar a sua no fim. Funciona enquanto todo mundo lembra. Não lembra sempre.

Agora o próprio funil resolve.

Como funciona

Quando alguém arrasta um cartão para uma etapa de Ganho, o sistema registra quem arrastou. No cartão aparece um 🏆 com o nome de quem fechou. Não precisa marcar nada, não precisa lembrar de nada — o gesto de fechar o negócio já é o registro.

Duas coisas mantêm o dado honesto:

  • Sair do Ganho limpa o registro. Se o cartão volta para uma etapa anterior — o negócio caiu, foi reaberto —, o troféu some. Um cartão reaberto não continua dizendo que alguém fechou algo que voltou para a mesa.
  • Vale também quando o cartão entra por etiqueta. Se o cartão chega ao Ganho por causa de uma etiqueta (o caminho da etiqueta que arruma o cartão), o registro conta quem colocou a etiqueta. O dado não tem buraco conforme o caminho de entrada.

Por que isso importa

Comissão justa. Quem fechou recebe o crédito de quem fechou — sem depender da memória de ninguém, sem a discussão de fim de mês sobre quem marcou o quê.

Relatório que bate. O relatório de produtividade por atendente passou a contar os ganhos por quem fechou, não por quem simplesmente conversou com o contato em algum momento. Antes, um mesmo negócio podia ser creditado a todo mundo que passou pela conversa — o que inflava o número e escondia quem realmente fecha. Agora cada ganho tem um dono, e quem arrasta sem alarde deixa de ficar invisível.

Reconhecimento na hora. O 🏆 aparece no quadro, à vista da equipe. Fechar um negócio deixa de ser um evento silencioso.

Uma nota sobre o passado

Cartões antigos que já estavam no Ganho antes disso existir não têm autor para reivindicar — e o sistema não chuta um. Eles aparecem à parte, para ninguém achar que o dado sumiu. Daqui pra frente, todo negócio fechado nasce com o nome de quem fechou.

Quem monta comissão em cima do funil ganha o que faltava: uma fonte única, automática e justa de "quem fechou cada venda".